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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Por que algumas pessoas tem mau cheiro das axilas?

   Nós temos glândulas no nosso corpo, chamadas apócrinas que se desenvolvem mais em certas áreas como as axilas, na parte cabeluda da cabeça e nos genitais. Essas glândulas liberam uma secreção que é drenada pelos folículos dos pelos destas regiões. Esta secreção é parecida com o suor, mas além de água e eletrólitos, ainda contém gorduras, proteínas, hormônios e alcalóides derivados da alimentação. Com a puberdade estas glândulas intensificam a sua atividade aumentando a secreção de um suor mais propenso a produzir odores, que chamamos de Bromidrose.
Inicialmente, essa secreção das glândulas apócrinas não tem cheiro intenso, mas devido ao contato com bactérias e fungos sobre seus componentes, pode sofrer alterações de odor. Não existe uma bactéria única causadora do mau cheiro, mas diversos tipos que fazem parte da flora normal da pele a ao contrário do que muitas pessoas pensam, o mau cheiro do suor não depende da quantidade suada.
Algumas pessoas possuem mais glândulas apócrinas do que outras. Por exemplo, antes da puberdade estas glândulas não costumam ser ativa, nas crianças a sua atividade é mínima. Índios e as raças amarelas as possuem em número bastante menor. Já os europeus e os negros as tem em número maior. Para que o mau cheiro de corpo seja percebido, às vezes mesmo à distância, dois fatores são essenciais. Primeiro a falta de higiene corporal e segundo maus cuidados com a limpeza das roupas em uso.
Esse mau cheiro é também conhecido como CC ou Cecê, que significa “Cheiro Corporal” pode ser controlado e até evitado. É essencial que as pessoas tomem banho todos os dias, lavando bem os locais do corpo onde se localizam as glândulas apócrinas. A ação de bactérias e fungos sobre estas secreções produzirá um odor que em poucos dias ultrapassará as roupas. O uso da mesma roupa sem que ela tenha sido devidamente lavada, pode ocasionar complicações da Bromidrose.
O mau cheiro nas axilas é provocado por bactérias que se alimentam do suor. As glândulas que ficam nas axilas soltam secreções que são nutrientes desses microorganismos.
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Fonte: Diário de Biologia

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Garota que já foi considerada a mais gorda da Grã-Bretanha agora sofre de anorexia




A história de Malissa Jones é muito curiosa e triste. Considerada a “adolescente mais gorda da Grã-Bretanha”, pesando 246 kg, ela agora vive com apenas 50 kg e luta contra a anorexia.
O drama de Malissa começou quatro anos atrás, antes de uma cirurgia de redução de estômago. Os médicos haviam advertido que ela teria que tomar medidas drásticas para perder peso.
Eles avisaram que ela precisava abrir mão de boa parte das calorias que consumia diariamente ou morreria em poucos meses.
  Agora, curiosamente, eles avisam que a jovem de 21 anos precisa aumentar a ingestão de alimentos ou terá sérios problemas de saúde.
Para você ter uma ideia, ela consumia cerca de 15 mil calorias por dia, entre chocolates, batatas fritas e lanches de fast food – mais de 7 vezes o que uma garota da sua idade deveria consumir. Um ano depois de fazer a cirurgia, ela já tinha perdido mais da metade do seu peso inicial.
Hoje, Malissa consome apenas 300 calorias, distribuídas entre 3 cenouras cozidas, 2 porções de cenoura branca e 1 batata assada. Entretanto, os médicos aconselham que ela coma entre 500 e 1000 calorias por dia.
Eu estou muito magra. Meu corpo me choca, mas engolir é doloroso. Comer uma quantidade minúscula me dá dores de barriga ou fico doente“, admitiu ela ao Daily Mail.
O psicólogo clínico Dr. Funke Baffour, declarou: “Malissa tem tanto medo de se tornar obesa novamente que está parando de comer.
Por conta da obesidade, Malissa foi diagnosticada com angina, uma doença cardíaca.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Feto pode desenvolver a visão dentro do útero


                               
Eis uma curiosidade descoberta por uma pesquisa recente: um feto pode aprender a ver antes de nascer.
Para o desenvolvimento da visão, é necessária luz. Há muito tempo, os cientistas sabem que o feto pode sentir cheiros e gostos, e pode ouvir. Um pesquisador italiano, da Universidade de Turim, se questionou se haveria, no útero, suficiente luz para eles verem também.
O resultado: nos dois últimos meses de gravidez, luz suficiente penetra na barriga de uma mulher para o feto desenvolver a visão. A conclusão veio a partir da medição de quantidade de luz que pode penetrar o útero de uma mulher típica.
O pesquisador constatou que, em uma mulher nua, pode se penetrar cerca de 0,1 a 1% da luz ambiente. Em condição de sol brilhante, um feto pode receber luz equivalente à encontrada em uma casa tipicamente acesa. [NewScientist]

Quando mais cedo uma mulher menstrua, maior a probabilidade de seu bebê ser menina



                                        
Segundo um novo estudo japonês, as mães que ficam menstruadas mais cedo têm mais probabilidade de ter um bebê que seja menina.
Mais de 10.000 mães participaram da pesquisa. Elas responderam questões como a idade de sua primeira menstruação e o sexo de seu bebê. Os pesquisadores encontraram diferenças sutis na taxa de sexo das crianças, dependendo de quando a mãe menstruou pela primeira vez.
46% das crianças nascidas de mulheres que iniciaram a menstruação aos 10 anos de idade eram meninos. Este número subiu para 50% quando a mulher começou a menstruar aos 12, e para 53% quando as mulheres entraram na menarca na idade de 14.
Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que as mulheres que menstruam antes dos 12 anos têm níveis mais altos do hormônio sexual feminino estradiol. Segundo os pesquisadores, isso pode levar a aborto espontâneo de óvulos fertilizados do sexo masculino.
Especialistas dizem que a teoria é plausível, já que os embriões do sexo masculino são conhecidos por serem mais vulneráveis a desequilíbrios hormonais. [NewScientist]

sexta-feira, 29 de abril de 2011

TRANSPLANTE INÉDITO DE ARTÉRIA

                      

Na ultima semana janeiro, a equipe de cirurgia vascular do Hospital São Paulo/SPDM, chefiada pelo Prof. José Carlos Baptista Silva, realizou o primeiro transplante de artéria para salvamento de membro isquêmico (membro sem circulação), no Brasil. Segundo comunicado, o procedimento foi um sucesso: "o paciente encontra-se em franca recuperação - sem dor, com boa cicatrização das ulcerações, coloração normal do membro atingido - e já consegue caminhar".
O doente, de 56 anos, é ex-fumante, com histórico de transplante renal e hipertenso, portador de aterosclerose, com oclusão arterial crônica, que compromete a circulação dos membros inferiores. O hospital informou, ainda, que mesmo sob tratamento, um trauma recente nos dedos do pé direito agravou a situação - fortes dores obrigavam o paciente a dormir com o pé pendurado para fora da cama, impedindo seu repouso.
Como a situação do paciente não permitia a adoção de medidas tradicionais, como a revascularização do membro isquêmico com veia do próprio paciente ou colocação de uma prótese sintética, o transplante da artéria de um doador falecido foi a solução encontrada para evitar a amputação do membro prejudicado.
O Sistema Estadual de Transplantes do Estado de São Paulo foi acionado e autorizou a retirada da artéria femoro poplíteo tibial posterior do membro inferior de um doador jovem falecido, que foi transplantada para o membro inferior direito do paciente.
Segundo Silva, o risco de rejeição é praticamente nulo, especialmente nesse caso. "Além do risco de rejeição em transplante de tecidos ser historicamente baixo, nesse caso específico, o paciente está protegido graças ao uso imunossupressores desde o transplante de rim, há cerca de dois anos".

Nascimentos prematuros podem ser previstos por exame de sangue

                        


Mais de 80% dos nascimentos prematuros podem ser diagnosticados com um exame de sangue ainda durante a gravidez – perto do segundo trimestre de gestação, sugere um novo estudo.
O teste de sangue acusa a presença de três proteínas recém-identificadas e seis proteínas anteriormente descobertas, afirmam os pesquisadores da Brigham Young University (BYU) e da Universidade de Utah, nos Estados Unidos. As mulheres que terão complicações associadas ao parto prematuro apresentam níveis mais elevados destas proteínas no sangue do que mulheres que têm gravidez saudável​​, dizem.
“Quanto antes os médicos souberem da possibilidade de um nascimento prematuro, mais ações eles podem fazer para tentar prolongar a gravidez e prevenir problemas de saúde para o bebê”, conta Sean Esplin, professor de medicina materna da Universidade de Utah.
“Sabendo antecipadamente da condição da gravidez, nós poderíamos até mesmo prolongar a gestação por uma ou duas semanas. Isso teria um impacto muito grande no número de bebês que sobrevivem e na melhora do estado de saúde deles”, explica Esplin. “Com apenas uma intervenção, nós poderíamos criar um impacto positivo muito grande”.
Para o estudo, os investigadores coletaram amostras de sangue de 80 mulheres durante a sua 24 ª semana de gravidez, e, em seguida, de outras 80 durante a 28 ª semana. Metade das mulheres realizaram o parto no período adequado e a outra metade deu à luz prematuramente.
Os pesquisadores descobriram que o exame de sangue foi capaz de prever mais de 80% dos nascimentos antes da hora prevista tanto na 24ª semana quanto na 28ª.
“Este teste pode melhorar, e muito, a nossa capacidade de identificar as mães em risco de parto prematuro espontâneo, coisa que atualmente ainda não conseguimos fazer de forma adequada”, comenta Antonio Frias, professor de medicina materna da Universidade de Ciência e Saúde do Oregon. Frias não esteve envolvido com a pesquisa.
Os investigadores disseram que outros estudos devem ser feitos com mais mulheres antes de o exame de sangue poder ser usado regularmente com todas as gestantes. [LiveScience]

Dor de barriga infantil pode significar enxaqueca abdominal



                                    
Depois de ler esse texto, você vai ter um novo tipo de suspeita toda vez que seu filho se queixar de dor de barriga: pode ser que ele esteja com enxaqueca. A constatação é de um hospital pediátrico em Norfolk (Virgínia, EUA), cujos médicos passaram a observar constantes casos em que as crianças se queixavam de dor abdominal sem razão aparente.
Normalmente, os doutores receitam analgésicos e passam dietas, mas quase sempre esta não é a raiz do problema. Uma pesquisa recente indica que duas de cada cem crianças americanas sofrem com essa enxaqueca abdominal.
Checando arquivos médicos de 450 crianças atendidas no hospital, eles constataram que a maior parte dos sintomas não foi identificada corretamente. É um problema mais grave do que parece: assim como a encefálica, a enxaqueca abdominal é feita de ataques crônicos e esporádicos. Alguns deles duram “apenas” uma hora, embora já deva ser ruim para a criança suportar uma hora de dor abdominal aguda, acompanhada de náuseas e vômitos. Mas as crises mais drásticas chegam a durar 72 horas, número que espanta os médicos especialistas no assunto.
Alguns médicos associam a doença à genética, porque uma pesquisa recente revelou que os pais em questão geralmente sofriam do mesmo problema quando eram crianças. E a maioria dos adultos não hesita em levar os filhos ao médico logo que os sintomas começam, já que uma das consequências é a criança ficar “fantasmagoricamente pálida”, como definiram os médicos. [Reuters]
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