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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

12 Doenças mortais curadas no século 20




De acordo com o U.S. Census Bureau (o IBGE dos EUA), a expectativa média de vida no começo do século 20 era de 47,3 anos. Um século mais tarde, esse número cresceu para 77,85 anos, devido em grande parte ao desenvolvimento de vacinas e de outros tratamentos para doenças mortais. Claro que as vacinas e os tratamentos só funcionam se forem dados, motivo pelo qual muitas dessas doenças ainda persistem em países em desenvolvimento mais pobres. Apesar do sucesso das vacinas, apenas uma dessas doenças - a varíola - foi apagada da face da Terra.
Aqui estão 12 doenças que poderiam ser completamente erradicadas do mundo se as vacinas estivessem disponíveis a todos.

12 - Catapora

Antes de 1995, um caso de catapora era um rito de passagem para crianças. A doença, causada pelo vírus varicella-zoster, cria pequenas erupções cutâneas vermelhas pelo corpo que coçam muito. O vírus se espalha quando alguém que tem a doença tosse ou espirra, e uma pessoa não imune inala as partículas virais. O vírus pode também ser passado por meio do contato com a secreção das bolhas da catapora. A maioria dos casos é sem importância, mas em casos mais graves, a catapora pode provocar infecções bacterianas, pneumonia viral e encefalite (inflamação do cérebro).
De acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), antes de a vacina da catapora ser aprovada para uso nos EUA, em 1995, havia 11 mil pessoas hospitalizadas com a doença e 100 mortes pela catapora todo ano. Muitos países não exigem a vacinação porque a catapora não provoca muitas mortes. Eles preferem se focar na vacinação contra doenças realmente sérias, por isso a catapora ainda é comum.

Enquanto a catapora ainda é uma ocorrência relativamente comum, doenças como a malária e a difteria parecem ter sido varridas do mapa muitos anos atrás.

11 - Difteria

A difteria é causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae e afeta principalmente o nariz e a garganta. A bactéria se espalha por meio de gotículas das vias respiratórias que ficam no ar e de pertences pessoais compartilhados. A C. diphtheriae cria uma toxina no corpo que produz uma cobertura grossa, cinza ou preta, no nariz, na garganta ou nas vias aéreas, o que pode também afetar o coração e o sistema nervoso. Mesmo com o tratamento antibiótico apropriado, a difteria mata cerca de 10% das pessoas que contraem a doença.
A primeira vacina contra difteria foi descoberta em 1913, e embora a vacinação tenha feito as taxas de mortalidade caírem, a doença ainda existe em países em desenvolvimento e em outras áreas onde as pessoas não são vacinadas regularmente. A Organização Mundial da Saúde estima que haja no mundo cerca de 5.000 mortes por ano provocadas pela difteria.

10 - Gripe H invasiva (Hib)

A gripe H invasiva, ou doença de Hib, é uma infecção causada pela bactéria Haemophilus influenzae do tipo b (Hib), que se espalha quando uma pessoa infectada tosse , espirra ou fala. Gripe H invasiva é uma designação incorreta porque ela não está relacionada com qualquer forma de vírus de gripe. Contudo, ela pode levar à meningite bacteriana (uma infecção do cérebro potencialmente fatal), à pneumonia, à epiglotite (inchaço severo acima das cordas vocais que torna a respiração difícil) e a infecções do sangue, das juntas, dos ossos e do pericárdio (a membrana que reveste o coração).
Crianças com menos de 5 anos são especialmente suscetíveis à bactéria Hib porque elas ainda não tiveram a chance de desenvolver a imunidade necessária. A primeira vacina Hib foi licenciada em 1985, com sucesso no mundo desenvolvido. Apesar disso, a doença ainda é prevalente no mundo em desenvolvimento. A OMS estima que a doença Hib causa de 2 milhões a 3 milhões de casos de doenças sérias todo ano no mundo, a maioria pneumonia e meningite, e 450 mil mortes de crianças pequenas.

9 - Malária

Esta doença é uma infecção parasitária do fígado e das células vermelhas do sangue. Em suas formas mais leves, ela pode produzir sintomas parecidos com os de uma gripe e náusea. Em suas formas mais graves, pode causar convulsões, coma, líquido nos pulmões, falência renal e morte. A doença é transmitida pela fêmea do mosquito do gênero Anopheles. Quando o mosquito pica, o parasita entra no corpo da pessoa, invadindo as células vermelhas do sangue e causando a ruptura das células. Quando as células explodem, elas liberam substâncias que causam os sintomas da malária.
Cerca de 350 milhões a 500 milhões de casos de malária acontecem no mundo todos os anos. Cerca de 1 milhão de casos são fatais, com crianças na África subsaariana contabilizando a maioria dos mortos. Outras áreas de risco incluem as Américas Central e do Sul, a Índia e o Oriente Médio. A malária é tratada com uma variedade de drogas, algumas das quais matam os parasitas que estão no sangue e outras que previnem a infecção em primeiro lugar. Claro que se você puder evitar o mosquito infectado, que carrega o parasita, você evitará a malária, por isso a doença é frequentemente controlada usando repelente de insetos e mosquiteiros, especialmente em países pobres que não podem arcar com os custos das medicações.

8 - Sarampo

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa que se espalha por meio de gotículas carregadas pelo ar quando uma pessoa infectada tosse ou espirra. Embora os primeiros sintomas do sarampo imitem um simples resfriado - tosse, nariz escorrendo e vermelho, olhos lacrimejando -, essa doença é mais séria. À medida que o sarampo progride, a pessoa infectada desenvolve febre e brotoejas vermelhas ou marrons por todo o corpo. Complicações podem incluir diarreia, pneumonia, infecção do cérebro e até morte, embora isso seja mais comum em pessoas mal-nutridas ou imunodeficientes. O sarampo é uma doença historicamente devastadora, mas a OMS relatou em 2006 que as taxas de mortalidade por sarampo caíram de 871 mil para 454 mil entre 1999 e 2004, graças à imunização global.
Até 1963, quando a primeira vacina contra sarampo foi usada nos EUA, quase todo mundo com até 20 anos de idade já tinha tido sarampo. Houve uma redução de 99% no sarampo desde então, mas surtos ocorrem quando a doença é trazida de outros países ou quando as crianças não recebem a vacina ou todas as doses necessárias. No Brasil, a maioria das crianças hoje recebe a vacina contra o sarampo como parte da tríplice viral SRC, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, aos 12 meses de idade e entre 4 e 6 anos de idade.

7 - Coqueluche

Respiração ruidosa e pesada, típica da coqueluche. Se você suspeita que alguém perto de você está doente, afaste-se. Pertússis, ou coqueluche, ou tosse comprida, é uma infecção respiratória altamente contagiosa causada pela bactéria Bordetella pertussis. O apelido descritivo - tosse comprida - vem dos ataques de tosse provocados pela doença e que espalham a bactéria. Os ataques podem durar um minuto ou mais, levando a criança a ficar vermelha e até a vomitar. Episódios graves podem causar falta de oxigênio no cérebro. Adultos que contraem a doença geralmente têm uma tosse seca em vez da tosse ruidosa. Embora a doença possa atingir qualquer um, sua maior prevalência é em crianças com menos de 1 ano porque elas ainda não receberam todas as doses da vacina contra coqueluche. A vacina contra coqueluche foi usada pela primeira vez em 1933. Adolescentes e adultos tornam-se suscetíveis quando a imunidade das vacinas da infância acaba e eles não tomam as doses de reforço. No mundo, cerca de 50 milhões de pessoas são infectadas anualmente, e a OMS estima cerca de 294 mil mortes por ano. Contudo, 78% das crianças do mundo receberam as três doses da vacina em 2004.

6 - Doença Pneumocócica

Doença pneumocócica é o nome coletivo para as infecções causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, também conhecida como pneumococo. Essa bactéria se sente à vontade em todo o corpo. Os tipos mais comuns de infecções causadas pela S. pneumoniae são as do ouvido médio, a pneumonia, a bacteriemia (infecções na corrente sanguínea), as infecções do sinus e a meningite bacteriana. Existem mais de 90 tipos de pneumococos, com os dez tipos mais comuns responsáveis por 62% das doenças invasivas no mundo.

Aqueles que estão infectados carregam a bactéria em sua garganta e a expelem quando tossem ou espirram. Como qualquer outro germe, a S. pneumoniae pode infectar qualquer um, mas certos grupos da população correm mais risco, como idosos, pessoas com câncer ou Aids e pessoas com doenças crônicas como a diabetes. A OMS estima que a doença seja responsável por mais de 1 milhão de casos fatais de doenças respiratórias; a maioria desses casos ocorrem em países em desenvolvimento. Há dois tipos de vacinas disponíveis para prevenir a doença pneumocócica, recomendados para crianças e adultos com mais de 65 anos de idade.

Vacinas prevenindo doenças como a polio e o tétano são comuns agora.

5 - Polio

Das doenças infecciosas letais para as quais a ciência desenvolveu vacinas e tratamentos, a poliomielite é a que as pessoas estão mais familiarizadas. A doença é causada por um vírus que entra no corpo pela boca, geralmente através de mãos contaminas com as fezes de uma pessoa infectada. Em cerca de 95% dos casos, a polio não produz sintoma nenhum (polio assintomática), mas no restante dos casos, a doença pode ter três formas.

A polio abortiva cria sintomas semelhantes aos de uma gripe, como infecção das vias respiratórias altas, febre, dor de garganta e mal-estar geral. A polio não paralítica é mais grave e produz sintomas similares ao da meningite leve, incluindo sensibilidade à luz e pescoço duro. Finalmente, a polio paralítica produz os sintomas com os quais a maioria das pessoas associam a doença, embora a polio paralítica contabilize menos de 1% dos casos. Essa forma da polio causa perda de controle e paralisia dos membros do corpo, dos reflexos e dos músculos que controlam a respiração.

Hoje a polio está sob controle no mundo desenvolvido, e as autoridades mundiais da saúde estão perto de controlar a doença em países em desenvolvimento também. A primeira vacina contra da polio foi criada em 1955 pelo médico Jonas Salk, usando vírus da polio inativo. Mas em 1961, o médico Albert Sabin criou a vacina oral contra a polio, com vírus enfraquecido da doença. Nos EUA, crianças recebem a vacina com o vírus inativo, mas em áreas em desenvolvimento as gotinhas, ministradas com sucesso, são mais baratas e não necessitam de um profissional da saúde especializado para a aplicação. Contudo, em raras situações, a Sabin pode causar polio.

4 -Tétano

As células reprodutivas (esporos) do Clostridium tetani são encontradas no solo e entram no corpo humana através de uma ferida na pele. Quando os esporos se transformam em uma bactéria madura, a bactéria produz tetanospasmina, uma neurotoxina (proteína que envenena o sistema nervoso do corpo) que causa espamos musculares. A toxina ataca os músculos que controlam a mandíbula, impedindo que o doente abra a boca. O travamento da mandíbula é acompanhado pela dificuldade de engolir e pelo endurecimento doloroso do pescoço, ombros e costas. Os espasmos podem, então, espalhar-se pelos músculos do abdome, braços e coxas.

De acordo com o CDC, o tétano é fatal em 11% dos casos, mas felizmente, ele não é contagioso. Para contrair tétano é preciso ter contato direto com o C. tetani. Hoje a imunização contra o tétano é padrão, mas se você se machucou de uma maneira que aumenta o risco do tétano (pisou num prego enferrujado, cortou sua mão com uma faca ou foi mordido por um cachorro, por exemplo), uma dose de reforço pode ser necessária, caso faça muito tempo que você tomou a vacina.

3 - Febre tifóide

A febre tifóide geralmente se espalha quando comida ou água estão infectadas com a Salmonella typhi, mais frequentemente pelo contato com as fezes de uma pessoa infectada. Quando a bactéria da febre tifóide entra na corrente sanguínea, o corpo monta uma defesa que causa febre alta, dor de cabeça, dores estomacais, fraqueza e falta de apetite.

Ocasionalmente, as pessoas que têm febre tifóide ficam com erupções ou manchas vermelhas pelo corpo. Em países em que o tratamento de esgoto é bom, a doença é muito rara. Contudo, pessoas que vivem em países em desenvolvimento e onde há pouco ou nenhum tratamento de água e esgoto, ou que não têm costume de lavar as mãos estão em alto risco. As principais regiões de febre tifóide são África, Ásia, Caribe, Índia e Américas Central e do Sul.

A OMS estima que 17 milhões de casos ocorrem no mundo, com 600 mil mortes todos os anos. Apesar das estatísticas alarmantes, a vacinação contra a febre tifóide está disponível para pessoas que viajam para as áreas de risco. A doença pode ser tratada de maneira eficaz com antibióticos. Sem tratamento, a febre pode continuar por semanas ou meses, e a infecção pode levar à morte.

2 - Febre amarela

A febre amarela é espalhada por mosquitos infectados com o vírus da febre amarela, o Aedes Aegypt. Icterícia, ou amarelamento da pele e dos olhos, é a marca registrada da infecção e o que dá nome à doença. A maioria dos casos de febre amarela é leve e requer apenas três ou quatro dias de recuperação, mas casos graves podem causar sangramento, problemas no coração, falência do fígado ou dos rins, disfunção cerebral ou morte.
Pessoas com a doença podem aliviar seus sintomas, mas não há tratamento específico, por isso a prevenção via vacina contra febre amarela é a chave. A vacina fornece imunidade para a doença por dez anos ou mais e geralmente é segura para qualquer pessoa acima dos 9 meses de idade.

A febre amarela ocorre somente na África, na América do Sul e em algumas regiões do Caribe, por isso, apenas quem viaja para essas regiões precisa se preocupar com ela. A Organização Mundial da Saúde estima que há 200 mil casos de febre amarela todos os anos, e 30 mil deles são fatais. Idosos estão no grupo de em alto risco para desenvolver os sintomas mais graves. Embora a vacinação e os esforços de erradicação do mosquito tenham feito grande diferença, a OMS diz que os casos de febre amarela estão em crescimento novamente.

1 - Varíola

Ao contrário das outras doenças desta lista, que podem ainda aparecer em surtos quando a vigilância das vacinas enfraquece, a varíola foi varrida da face da terra, exceto pelas amostras do vírus que estão em laboratórios de pesquisas americanos e russos.Sintomas da varíola incluem febre alta, dores de cabeça e no corpo, mal-estar, vômito. A característica mais marcante da doença são as erupções de pequenas bolhas vermelhas, que progridem para feridas que se abrem e espalham o vírus (o vírus também pode ser espalhado via contato com itens compartilhados, roupas e roupa de cama). A varíola é uma doença inteiramente humana - ela não infecta outro animal ou inseto no planeta. Assim, quando a vacinação eliminou as chances de o vírus se espalhar na população humana, a doença desapareceu.

Embora a varíola tenha sido uma das doenças mais devastadoras na história da humanidade, matando mais de 300 milhões de pessoas no mundo só no século 20, cientistas declararam o mundo livre da varíola em 1979. A ocorrência natural da doença foi erradicada, mas permanece o medo de que as amostras do vírus sejam usadas como armas biológicas.

Por que a vacina BCG deixa uma cicatriz?

Muita gente não sabe, mas a BCG é a sigla do nome: Bacillus Calmette-Guérin em homenagem aos seus inventores. Ela é muito eficiente para evitar e tuberculose e é indispensável que os bebês tomem essa vacina, mesmo sabendo que depois ficará aquela marquinha.
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Existem vários mitos envolvendo a marquinha da BCG. Por exemplo, antigamente se dizia que a enfermeira esquentava a ponta da agulha antes de usá-la e por isso a marca de queimadura ficava. Mas não é nada disso, aquela marquinha é formada a partir de uma reação do nosso organismo aos componentes presentes na vacina. Um dos componentes da BCG é uma bactéria responsável pela tuberculose em bovinos, chamada Mycobacterium bovis. Usada para vacina em um estágio enfraquecido.
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Assim que a vacina é injetada ela inicia um processo inflamatório, pois nosso corpo envia células de defesa para “acabar” com a bactéria. Nessa “briga” é formado nódulo local que evolui para pústula (bolsinha de pus), seguida de crosta e uma ferida, com duração habitual de seis a 10 semanas (demora muito mesmo!), dando origem quase sempre a pequena cicatriz, sendo que, durante a fase de úlcera, pode haver o aparecimento de secreção.
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Em resumo, aquela feridinha que sempre deixa uma cicatriz nada mais é do que o resultado de reação inflamatória típica que esse a Mycobacterium bovis gera. O tamanho da marca e o tempo para a cura da ferida depende do organismo de cada um. Algumas pessoas tem marcas pequenas que mal podem ser notadas, outras já possuem um cicatriz enorme que parece ter sido causada por algo muito mais forte do que uma simples agulhada.


A administração é intradérmica, de preferência no braço direito, na altura da inserção inferior do Músculo deltóide.

A inflamação pode persistir por várias semanas e sempre deixa uma cicatriz!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Indianos fazendo ginástica em um “Pole Dance”.

Na verdade, o “Pole Dance” veio depois da “Ginástica no Mastro” dos indianos, eles praticam isto a séculos. Pode ser uma coisa meio “estranha” de ver no começo, muitos vão até fazer algumas piadas sexuais (como eu fiz), mas é impressionante a habilidade dos caras, assistam ao vídeo:

# 12 Curiosidades sobre a Internet

Segundo o nosso amigo Dicionário Aurélio, ela é uma rede telemática internacional que une computadores de particulares, organizações de pesquisa, institutos de cultura, institutos militares, bibliotecas e corporações de todos os tamanhos. Essa é a Internet.

Abaixo você confere 12 curiosidades sobre a nossa "amiga" de todos os dias


1 - De acordo com estimativa da Internet World Stats, em Junho de 2010, 1,96 bilhão de pessoas possuem acesso à Internet, o que representa 28,7% da população mundial. Segundo a pesquisa, a Ásia possui 825 milhões de usuários enquanto a Europa detém quase 475 milhões de usuários. Mais de 77% população da América do Norte tem o acesso à Internet, enquanto na África esse percentual é reduzido para 10,9%.

2 – No Brasil, a estimativa é de que 75,9 milhões de brasileiros possuem acesso à Internet, o que representa 37,8% da população. Na Argentina são "apenas" 26,6 milhões de usuários, mas isso representa 64,4% da população.

3 – A World Wide Web, funcionou pela primeira vez em 1990 dentro do CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear) e foi disponibilizada mundialmente no ano seguinte. O seu criador foi Tim Berners-Lee.

4 - O Facebook é a rede social mais acessada do mundo, e no mês passado atingiu a marca de 500 milhões de usuários. No Brasil, a rede social mais acessada é o Orkut, que conta com cerca de 27 milhões de usuários. O Twitter vem em segundo.

5 - Segundo a empresa Nemertes Research Group, seriam necessários investimentos de US$ 55 bilhões para evitar um problema de colapso na rede mundial. A estimativa da empresa é que o colapso ocorresse em 2010, mas se neste momento você está aqui lendo esse post, significa que por enquanto tá tudo bem.

6 – Nos E.U.A, por pessoa, são gastas em média 66 horas por mês utilizando a internet. Isso sem contar as horas utilizadas no trabalho. Sou curioso pra saber essa estatística em relação aos blogueiros.

7 – Ainda na terra do Obama, 11 bilhões de pesquisas são feitas, por mês, em sites de buscas. Sendo que 2 terços são pelo Google.

8 – 95% das músicas baixadas pela internet, são pirateadas. Jurava que esse percentual era maior.

9 – 210 bilhões de e-mails são enviados todos os dias, no mundo. A estimativa é que 80% deles, são spams.

10 – Cerca de 20 horas de vídeo são enviados para o Youtube, por minuto. E por mês, são 15 bilhões de exibições. Segundo expectativa da Cisco, o vídeo dominará 91% do tráfego na web até 2014.

11 – 1.3 bilhão de gigabytes de dados são enviados por mês através de celulares.

12 – O endereço da primeira página web foi http://info.cern.ch/hypertext/WWW/TheProject.html.

# 12 Curiosidades sobre o Refrigerante

O refrigerante é uma bebida rica em corantes e conservantes que contém grande quantidade de açúcar. Mas e daí? Quem resiste à uma Coca-Cola bem gelada?

Por isso, conheça algumas curiosidades sobre o refrigerante.


1 - No mundo inteiro, por ano, são consumidos em média 89.8 litros de refrigerante por pessoa. Só nos U.S.A são consumidos aproximadamente 49.78 bilhões de litros por ano. No Brasil são 14.33 bilhões.

2 - A Coca-Cola detêm 60% do mercado de refrigerantes a nível mundial. A Pepsi 25% e outras marcas juntas possuem 15%. No Brasil, a Coca-Cola possui 57.7% do mercado, contra 10.2% da Ambev.

3 - Lançado em 1871, o primeiro refrigerante com marca registrada, foi o Lemon's Superior Sparkling Ginger Aleã. A primeira Coca-Cola foi vendida em 8 de Maio de 1886, em Atlanta.

4 - A primeira linha de refrigerantes industrializados lançada no Brasil, foi em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. A linha incluía a Limonada Gazosa, o Guaraná Cyrilla e a Água Tônica de Quinino.

5 - A Coca-Cola é a única empresa nos U.S.A legalizada para importar a planta da Coca.

6 - 94% das pessoas do mundo reconhecem a marca Coca-Cola. É a marca mais conhecida do mundo.

7 - No mundo, 1 bilhão de produtos Coca-Cola são consumidos todos os dias e 10.450 refrigerantes Coca-Cola são consumidos por segundo.

8 - Para tentar competir com a Coca-Cola, a Pepsi tem criado ao longo dos anos inúmeras variedades de refrigerante, como por exemplo: Pepsi White (com sabor de iogurte), Pepsi Ice Cucumber (sabor pepino), Pepsi Samba (manga e tamarindo), Pepsi Summer Chill (sabor maçã), Christmas Pepsi (aromatizado com canela, noz moscada e cacau). Aqui no Brasil, no Estado do Paraná, existe o refrigerante Gengibirra, com sabor de gengibre. Recentemente na Índia, um grupo anunciou o refrigerante de urina de vaca.

9 - 21% de todo o açúcar consumido na dieta americana, vem dos refrigerantes.

10 - Em pesquisa de 2009, no Brasil 27.9% das pessoas consomem refrigerante regularmente.

11 - A data de validade em latas, varia de três meses para as versões diet e light e de seis meses para as versões tradicionais de refrigerantes. Já nas garrafas PET, o prazo de validade corresponde à metade do tempo.

12 - Um refrigerante Diet possui ausência total de alguma substância em sua fórmula. Um refrigerante Light, por sua vez, possui redução mínima de 25% de alguma substância em sua fórmula. O termo Zero é, na verdade, um padrão que indica ausência de açúcar.


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Escultura em miniatura na ponta do lápis



Muitos artistas utilizam o lápis para criar suas obras de arte mas, no caso de Dalton Ghetti, as pontas do lápis são as obras de arte.


Dalton Ghetti, de 49 anos, costumava esculpir os nomes de seus amigos no lápis e oferecê-los como presentes, quando criança. Mais tarde, ele começou a levar mais a sério a sua vocação como artista e iniciou seus trabalhos fazendo grandes esculturas de madeira. Depois de algum tempo, decidiu desafiar a si mesmo, fazendo obras minúsculas. O artista testou várias matérias primas como giz e a madeira, até descobrir o grafite do lápis.

Suas obras em miniatura são cheias de detalhes, impressionando à todos.

Aprecie algumas obras de Dalton Ghetti, esculpidas na ponta do lápis.
















Alzheimer 'dá sinal' no cérebro

Uma pesquisa britânica sugere que jovens adultos com uma variação genética que aumenta o risco do Mal de Alzheimer apresentam mudanças na atividade cerebral décadas antes dos sintomas da doença aparecerem.


O estudo fornece pistas para que os cientistas compreendam a razão pela qual algumas pessoas desenvolvem a doença e pode significar a criação de exames que indiquem pessoas em risco.


Diferenças na região do cérebro que envolve a memória, conhecida como hipocampo, já foram mostradas em pessoas de meia idade e idosas que possuem uma variação do gene APOE4.


Mas a pesquisa britânica é a primeira a mostrar hiperatividade no hipocampo em pessoas jovens e saudáveis e a primeira a mostrar que o cérebro de quem possui esta variação genética se comporta da forma diferente, mesmo durante o descanso.


Já se sabia que uma pessoa que tem uma variação do gene APOE4 tem quatro vezes mais risco de desenvolver a doença. Pessoas que têm duas cópias do gene apresentam dez vezes mais risco de sofrer de Alzheimer.


Mas nem todas as pessoas que carregam a variante do gene vão desenvolver a doença. Os pesquisadores destacam até que a maioria dos que têm o APOE4 não vão desenvolver a doença.


A pesquisa, realizada pela Universidade de Oxford e pelo Imperial College de Londres, foi publicada na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.


Ressonância


O estudo usou exames de ressonância magnética (fMRI) realizados na Universidade de Oxford para comparar a atividade dentro dos cérebros de 36 voluntários, sendo que 18 deles possuíam pelo menos uma cópia do gene APOE4.


Todos os voluntários no estudo tinham entre 20 e 35 anos e todos realizaram normalmente tarefas para testar suas habilidades cognitivas.


Os pesquisadores observaram como os cérebros dos voluntários se comportavam enquanto eles estavam descansando e enquanto eles realizavam uma tarefa relacionada à memória. Mesmo quando os que possuíam o gene APOE4 estavam descansando, os pesquisadores observaram padrões diferentes de atividade cerebral entre os que tinham o gene e os que não tinham.


Os exames mostraram diferenças visíveis na forma como o hipocampo se relacionou com o resto do cérebro.


"Mostramos que a atividade cerebral é diferente em pessoas com esta versão do gene, mesmo décadas antes do desenvolvimento de qualquer problema de memória", disse Clare Mackay, do Departamento de Psiquiatria e Centro de Ressonância Magnética do Cérebro da Universidade de Oxford, uma das líderes do estudo.


"Também mostramos que esta forma de ressonância magnética, na qual a pessoa apenas se deita sem fazer nada, é sensível o bastante para pegar estas mudanças. Estes são os empolgantes primeiros passos em direção à perspectiva de que um simples exame será capaz de distinguir quem vai desenvolver Alzheimer", acrescentou.


Cérebros exaustos


"Nossos cérebros são sempre ativos - nossas mentes vagam mesmo quando não estamos realizando tarefas específicas", disse Christian Beckmann, outro autor do estudo, da Divisão de Neurociência e Saúde Mental do Imperial College de Londres.


"Ficamos surpresos de ver que mesmo os voluntários com o gene APOE4 que não estavam fazendo nada, tinham a parte da memória no cérebro trabalhando mais do que nos outros voluntários."


"Nem todos os portadores do APOE4 vão desenvolver o Mal de Alzheimer, mas faria sentido se em algumas pessoas, a parte do cérebro relativa à memória ficasse exausta com o excesso de trabalho e isto contribuísse para a doença", acrescentou.


"Esta teoria tem como apoio estudos que descobriram o padrão oposto em pessoas que desenvolveram o Mal de Alzheimer, com estas pessoas mostrando menos atividades do que o normal na parte do cérebro relativa à memória."


Mas, para o neurocientista da Universidade de Cambridge, Peter Nestor, é preciso ver o estudo com cautela.


"As descobertas deste estudo são interessantes, mas não devem ser mal interpretada para significar que o Mal de Alzheimer já começa a se desenvolver neste grupo de voluntários saudáveis e jovens."


"Será um desafio para pesquisas futuras observar se as diferenças observadas naqueles com o gene APOE4 podem oferecer uma pista para descobrir o que torna alguns cérebros mais suscetíveis ao Alzheimer", acrescentou.
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