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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Diga-me como chamas e eu te direi quem és

                   

  Você gosta do seu nome? Sempre ouve que você tem cara de “outro nome”? Gostaria de ser chamado por um nome diferente? Mas, afinal, nosso nome faz alguma diferença?
De acordo com o pesquisador John Waggoner da Universidade da Pennsylvania, sim. Nosso nome afeta o julgamento das outras pessoas em relação a nós. Para ele, nosso nome influencia desde o tipo de trabalho que vamos fazer até o tipo de caridade que mais somos propensos a realizar.
Estudos anteriores mostraram que o nível socioeconômico e o grau de escolaridade dos pais influenciam a escolha do nome. Então, Waggoner e seus colegas decidiram verificar se isso mudaria o que as pessoas esperam umas das outras.
Para isso, eles pediram a 89 estudantes universitários que classificassem a performance acadêmica de pessoas baseando-se apenas no nome. A escala variava de 1 (poucas chances de sucesso) a 10 (muito sucesso). Por coincidência os nomes recorrentes em pessoas de níveis sociais mais altos ganharam notas melhores.
Os nomes (tipicamente americanos) que receberam piores notas foram: Travis (média de 5,55) e Amber (5,74). Os felizardos foram Katherine (com média de 7,42) e Samuel (7,20). Esses dois pontos de separação representam uma diferença de 20% nas chances de sucesso acadêmico.
De acordo com Waggoner, contudo, houve algumas discrepâncias. Houve pouca diferença entre os nomes Robert e Benjamin, por exemplo, e Robert é um nome geralmente associado a níveis socioeconômicos inferiores e Benjamin, o contrário.[LiveScience]

                                             

Mãe assassina: síndrome de Münchausen

Você se assustaria se soubesse que existem mães que, movidas por um distúrbio emocional, produzem, simulam, inventam sintomas de doenças em seus filhos? Pois existe uma “anomalia” conhecida como “síndrome de Münchausen”, na qual de forma compulsiva, deliberada e contínua, uma pessoa provoca ou simula sintomas de doenças. A razão para isso é apenas a de obter cuidados médicos e de enfermagem.
Fonte de inspiração para um programa da Discovery, na síndrome de Münchausen, a mãe de forma intencional, provoca sintomas em seu filho, para que ele seja considerado doente, usando medicamentos, ervas, asfixia e até comida estragada, colocando a vítima geralmente em situação de risco. Em casos mais graves em que a mãe não recebe tratamento médico, a situação pode alcançar a extrema condição, ou seja, a morte do filho.
É um comportamento considerado compulsivo. A pessoa é incapaz de se livrar desse comportamento mesmo quando sabe que trata-se de um problema de risco. Apesar de compulsivos os atos são voluntários, conscientes, intencionais e premeditados. A doença é considerada uma grave perturbação da personalidade, de tratamento difícil e prognóstico reservado. Estes atos são descritos nos tratados de psiquiatria como distúrbios factícios.
Existem casos na qual a própria pessoa simula doença em si (by self) e quando a pessoa, geralmente uma mãe, simula doença em alguém que ela cuida (by prox). Essa doença não deve ser confundida com Hipocondria, na quala pessoa exagera em pequenos sintomas reais. Nos últimos tempos, tem sido relatados, casos da síndrome de Munchausen virtual, na qual o doente simula em fóruns na internet sintomas de doenças para chamar a atenção dos internautas!
Um caso de síndrome de Münchausen, descrito em um artigo científico!
Na síndrome de Münchausen, as mães simulam, provocam ou inventam sintomas de doenças graves nos filhos!
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Encontrei aqui:diariodebiologia

Como agem os descongestionantes nasais e por que eles viciam?


 Para explicar a ação do descongestionante, precisamos saber porque o nariz entope. Ao contrário do que as pessoas pensam, não é o catarro acumulado que entope o nariz. Não adianta assoar que o entupimento continuará. Estar resfriado, gripado ou em crise alérgica causa dilatação dos vasos sanguíneos, ou seja, aumenta a quantidade do sangue que irriga o nariz. Aí, os cornetos, que são projeções de osso e mucosa (órgãos esponjosos) que ficam dentro das narinas, incham causando uma obstrução da passagem de ar. O inchamento é uma forma de defesa para tentar matar os germes que estão causando a doença. Na rinite alérgica, há esse mesmo processo, só que, nesse caso, o organismo reage a coisas como o pólen e a poeira.
Os descongestionantes nasais possuem em sua fórmula, componentes capazes de contrair os vasos sanguíneos e isso diminuem o inchaço. O descongestionante tópico tem ação simula o efeito da adrenalina no corpo, desobstruindo as vias orais e dando uma sensação de bem-estar instantânea. A adrenalina é aquele hormônio que quando derramado na corrente sanguínea aumenta a frequência e o volume de sangue por batimento cardíaco, eleva o nível de açúcar no sangue e diminui o fluxo sanguíneo nos vasos direcionando-os para a musculatura voluntária.
Em condições normais, o nariz é irrigado por uma secreção que segura a sujeira do ar que entra. Depois, pêlos minúsculos os cílios empurram o muco garganta abaixo, rumo ao estômago, no qual é absorvido. Ele faz a secreção ficar dura, o lixo aéreo não é tragado, podendo ir parar no aparelho respiratório, onde causa doenças.
Segundo os especialistas, os descongestionantes não devem ser usados por mais de três dias seguidos. Com o passar do tempo, a mucosa nasal passa a absorver pequenas quantidades da substância vasoconstritora e isso vai parar na corrente sanguínea, causando complicações cardíacas. Outra razão para evitar o uso indevido é que ao repetir esse mecanismo diversas vezes, a musculatura começa a não funcionar mais como deveria e o usuário precisa usar cada vez mais gotinhas para manter o conforto nasal.
Os descongestionantes agem diretamente na dilatação dos vasos sanguíneos, causando alívio no entupimento!
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Encontrei aqui:diariodebiologia

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Crianças que dormem menos engordam mais


                       
    Um estudo neozelandês que acompanhou 244 crianças com idades entre 3 e 5 anos descobriu que, em média, elas dormem 11 horas por noite; mas, para cada hora que elas dormem a menos, ganham 700 gramas de gordura até o sétimo aniversário.
Os pesquisadores monitoraram os padrões de sono das crianças através de dispositivos chamados acelerômetros, que medem movimento. As crianças usaram esses dispositivos durante cinco dias na idade de três, quatro e cinco anos.
Os cientistas também questionaram os pais sobre a dieta de seus filhos e a quantidade de exercício que eles praticavam, bem como educação da mãe, etnia e renda da família. Todos esses fatores foram levados em conta.
Os autores do estudo concluíram que as crianças que dormem menos são mais propensas a ficar acima do peso, mesmo após ajuste para variáveis de estilo de vida. Eles acreditam que existem dois fatores em jogo: mais tempo disponível para comer “fora do horário” e alterações nos níveis hormonais desencadeadas por não dormir o suficiente.
A Academia Americana de Medicina do Sono recomenda que crianças pré-escolares durmam entre 11 e 13 horas todas as noites, enquanto as crianças em idade escolar devem dormir 10 a 11 horas por noite.
A falta de sono afeta os níveis de dois hormônios envolvidos no controle do apetite; diminui os níveis de leptina, que daí avisa o cérebro para comer mais, e aumenta os níveis de grelina, o que causa o mesmo efeito – mais apetite.
Os pesquisadores advertem, no entanto, que ainda não se sabe ao certo se dormir mais pode reduzir a obesidade infantil.[Telegraph]

Mulher chinesa realiza cirurgia em si mesma


                                          
       Wu Yuanbi, uma mulher de 53 anos de idade, natural de Chongqing, na China, está se recuperando de uma cirurgia recém feita. O detalhe é que ela mesma realizou a operação, utilizando uma faca de cozinha comum.
Wu é uma trabalhadora migrante e vem sofrendo de uma condição crônica conhecida como Síndrome de Budd-Chiari durante os últimos 13 anos. Isso faz com que seu estômago gradualmente se encha de grandes quantidades de líquido, incapacitando-a de trabalhar e tornando difíceis de executar mesmo as tarefas mais simples.
Em 2002, Wu e sua família usaram todas suas economias para pagar por um procedimento cirúrgico pelo qual os médicos removeram 25 litros de líquido de sua barriga. Infelizmente, ela teve uma recaída da doença em seguida e necessitava de uma segunda cirurgia. No entanto, sua família não possuía dinheiro suficiente para pagar os 50 mil yuans (12.320 reais) de taxa. Wu Yuanbi, então, se viu forçada a fazer algo verdadeiramente extremo.
Um dia, depois que seu marido Cao Yunhui saiu para o trabalho, Wu abriu sua barriga com uma faca de cozinha, desesperada para aliviar seu sofrimento. Ela, porém, teve de suportar um sofrimento ainda maior por várias horas até que seu marido voltou para casa e a encontrou deitada em uma poça de fluidos amarelos e vísceras.
Ela foi imediatamente levada ao hospital com um corte de 10 cm de comprimento que dava diretamente em seu estômago. Wu foi salva pela equipe médica. Mais tarde, com a humildade típica oriental, ela comentou: “Se eu tivesse morrido, pelo menos teria poupado minha família do trabalho de cuidar de mim”.
Depois de toda a cobertura mediática, Wu Yuanbi passou a ser tratada gratuitamente em um hospital de Chongqing. Porém, ninguém sabe o que pode acontecer a próxima vez que os fluidos se acumularem em seu estômago.[OddityCentral]

Tá com dor? Cruze os braços



                                            
Machucou a mão? Segundo um novo estudo, cruzar os braços pode ajudar, aliviando a dor. Os cientistas querem, no futuro, testar o truque em ensaios clínicos para ver se ele ajuda pessoas que sofrem de dor crônica.
Os pesquisadores deram uma série “golpes” com laser nas mãos de 20 voluntários, cada um com duração de 8 a 12 segundos.
Em metade dos experimentos, o grupo recebeu os golpes com as palmas das mãos viradas para baixo sobre uma mesa. Na outra metade, eles cruzaram os braços sobre a mesa. Em seguida, os voluntários classificaram a dor que sentiram em uma escala de 0 a 100.
Quando cruzaram os braços, os participantes avaliaram os golpes como menos dolorosos em comparação com quando mantiveram suas mãos descruzadas.
Os pesquisadores acreditam que colocar as mãos em uma posição espacial estranha em relação ao corpo confunde o cérebro e prejudica o processamento da mensagem de dor.
“Há um descompasso entre a referência do seu corpo e a referência de espaço externo”, conta o autor do estudo, Giandomenico Iannetti. Efeitos semelhantes de alívio de dor já haviam sido relatados antes, através de ilusões envolvendo espelhos, e membros virtuais.[NewScientist]

Celulares são possivelmente cancerígenos segundo OMS


                                                    
      A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou recentemente que telefones celulares são “possivelmente cancerígenos”.
                                               
Essa não é a primeira vez que o assunto é debatido. Apesar das poucas conclusões, uma revisão de estudos sugere que um aumento do risco de um tipo maligno de câncer cerebral não pode ser descartado. No entanto, não está claramente estabelecido que o celular causa câncer em humanos.
Um grupo de 31 especialistas se reuniu em Lyon, França, para analisar os dados provenientes de estudos epidemiológicos. Eles disseram que observaram todos os estudos relevantes de telefones celulares e exposição a campos eletromagnéticos. 
                                                              
A OMS poderia dar ao celular um de cinco rótulos científicos: cancerígeno, provavelmente cancerígeno, possivelmente cancerígeno, não classificado ou provavelmente não cancerígeno.
O grupo concluiu que os celulares devem ser classificados como “possivelmente cancerígenos”, por causa de uma possível ligação com um tipo de câncer no cérebro, glioma. Tal veredito significa que há alguma evidência de ligação entre celulares e câncer, mas fraca demais para se tirar conclusões.
A grande maioria dos estudos não encontrou um vínculo entre celulares e câncer, e se essa ligação existe, é pouco provável que seja grande. O risco de câncer no cérebro é semelhante em pessoas que utilizam telefones celulares em comparação com aquelas que não usam, e as taxas deste tipo de câncer não têm subido nos últimos anos, apesar de uma ascensão dramática no uso do celular durante a década de 1980.
No entanto, a OMS considera não saber o suficiente para eliminar totalmente o risco, e tem havido muito pouca pesquisa sobre os efeitos a longo prazo do uso de celulares.
Dadas as consequências potenciais para a saúde pública, é importante que pesquisas adicionais sejam realizadas a longo prazo sobre o uso intenso de celulares. A OMS alerta que, enquanto se aguarda a disponibilização de tais informações, é importante tomar medidas pragmáticas para reduzir a exposição ao celular, tais como usar dispositivos que tenham viva voz ou mandar mensagens.[BBC]
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